Sobre
Sou um típico rapaz português que, seguindo a boa tradição nacional, vibra com este desporto tão simples, denominado “Futebol”. Sou um confesso adepto do Benfica e, como qualquer adepto lampião, prezo muito a enorme rivalidade que sinto pelos eternos Sporting e F.C.Porto. Porque a rivalidade também faz parte de toda a paixão que sinto pelo futebol. É o que me faz mover até ao estádio, faz-me perder horas a ver jogos, resumos, debates, enfim, tudo sobre futebol. Nascido em 1985, a minha pessoa nunca mais foi a mesma desde o célebre dia 14 de Maio de 1994, dia em que o Glorioso jogava uma cartada decisiva no Estádio Alvalade, frente ao Sporting. Depois do jogo da minha, que o Benfica venceu categoricamente por 6-3, passei a amar a modalidade. Meses depois, aconteceria o Mundial de Futebol de 1994, nos Estados Unidos e, talvez também por ser natural dos EUA, vibrei imenso com esse mundial. Tinha 8 anos. Depois vieram os jogos para computador, onde o Championship Manager sempre foi Rei na secção de estratégia e o Fifa nos simuladores.
Enfim, actualmente tenho 24 anos e continuo a vibrar com aqueles 90 minutos como se não houvesse amanhã. Liga Inglesa, Portuguesa, Espanhola, Italiana, acima de tudo estas, roubam-me o tempo durante praticamente a época inteira, onde torço pelo Liverpool, Benfica, Barcelona e A.C. Milan, respectivamente.
Este “Mania Que Percebe De Bola” será, portanto, um espaço onde vou dar asas à imaginação, à análise, sem qualquer tipo de regra ou consenso. Sempre fui um fã de toda a mística por trás da estratégia duma equipa, se é melhor um 4-4-2 ou um 4-3-3, se a equipa deve jogar em futebol apoiado ou em apostar no jogo directo. Vá, sou apenas mais um treinador de bancada. Apenas isso.
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